relações interinstitucionais – um pouco da história da ART

Os computadores são uma caixinha de surpresas e um mundo a explorar. Ontem á noite, numa dessas incursões por esse “mundo” desconhecido, descobri no Google docs um texto anónimo de uma residente que integrou  direções da ART, texto que ajuda a escrever a história da associação, mas por ser anónimo  transcrevo mesmo sem obter a  anuência da autora .

Colaboração em 2 mandatos na Direcção da ART.

Tanto quanto me lembro fiz parte da Direcção da ART cumprindo dois mandatos de 1992 a 1995 e depois fiquei como vogal, como propúnhamos a quem saía, de modo a não se perder a experiência e o colaborador e assim assegurar uma maior continuidade na acção, o que acho que resultou plenamente.
A minha colaboração anterior com os “Fundadores da ART” já tinha sido centrada na criação e funcionamento de actividades culturais e recreativas para crianças e adultos – coro de adultos e das crianças, flauta, guitarra, ioga, e foi isso que continuei com mais empenho, colaborando também no desenvovimento de relações interinstitucionais com o Centro Comunitário de Telheiras(CCT), Escolas, Centro Cultural de Telheiras, Paróquia, Epul, Paralisia Cerebral, por exemplo, na utilização de instalações cedidas (CCT), organização ou colaboração em eventos como as festas de Natal, concertos de Natal e Páscoa do Coro, Arraiais de S.João. Nas Direcções em que participei foi preparado o projecto da Sede da ART com projecto dos Arqtos Henrique Gomes e a então estagiària Isabel Marques. A obra foi lançada já no mandato da Ana Contumélias A continuidade garantida torna difícil na memória delimitar quem fez exactamente o quê.
Resumido diria que numa linha de continuidade se investiu na consolidação da relação com os sócios – actividades, informação, cobrança de quotas, preparação do projecto e obra da Sede, desenvolvimento de relações interinstitucionais dentro do bairro, com câmara e Epul. Seria oportuno , justo e útil ouvir o Dr. Manuel Figueiredo sobre o passado e futuro da ART: a meu ver ele foi um elemento fundamental na continuidade da acção da ART: sem nunca ter sido Presidente, foi quem sempre esteve presente como Tesoureiro como gestor dos nossos escassos recursos e como organizador, numa acção muito empenhada, consistente, persistente e discreta, que me transmitiu muita confiança, e julgo que a todos que trabalharam com ele.
Para o Futuro da ART, com parte de nós a chegar à reforma e a experimentar limitações na saúde e mobilidade, considero prioritária a criação em Telheiras de Residências Assistidas que permita a permanência no nosso convívio e em condições dignas daqueles para quem, viver e conviver em Telheiras foi e continua a ser uma escolha e uma prioridade. Era interessante conhecer hoje a evolução da população de Telheiras…muitas famílias monoparentais de mulheres divorciadas, como a minha, criados os filhos ficaram reduzidas a mulheres que hoje, vivem sós. Fiquei muito feliz por a nossa Presidente tem também este sonho!

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