Palestra na ART Dia 10 de março

Tem início o ciclo de conferências sobre Educação

“Despertar as  crianças para a  Leitura e para a Escrita”, é o tema da primeira conferência.

Esta é uma iniciativa do Clube de Educação  da ART que se propõe intervir junto de pais, encarregados de educação e cuidadores, trazendo à ART especialistas para  debater os caminhos e as dúvidas que se colocam neste domínio tão sensível

A primeira palestre dedica-se a pais, educadores e cuidadores de crianças entre os seis meses e os seis anos. Se tem filhos, netos ou bisnetos nessas idades venha assistir a esta conferência. Despertar nas crianças o gosto pela leitura e pela escrita  é a melhor prenda que lhe podemos dar.

cartaz de divulgação do evento

Agenda do mês de Março

Consulte o Boletim da ART com as atividades do mês de março. 

Participe na vida da Associação

news março 2016

Inquérito sobre a Intervenção na Segunda Circular

segunda circular

O inquérito realizado junto dos associados da ART sobre a planeada Intervenção da CML na Segunda Circular mostra que as opiniões se dividem e que existe um deficit de informação sobre o assunto.

Veja aqui os principais resultados e conclusões do inquérito realizado pela ART para conhecer a opinião dos seus associados sobre a intervenção que a CML projeta fazer na Segunda Circular.

Alterações Climáticas

alteracoes_climA Conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas,  reuniu recentemente em Paris representantes de quase todos os países do planeta. A Conferência ocorreu pela vigésima primeira vez desde a Cimeira da Terra, realizada no Rio de Janeiro em 1992. Na sessão inaugural, estiveram em Paris os líderes dos principais países do planeta, o que mostra a importância atribuída a esta questão. Na verdade, o problema das alterações climáticas já não pode ser ignorado, nem relegado para segundo plano, tal o impacto que pode vir a ter sobre o nosso próximo futuro coletivo. Mas, estamos muito longe de encontrar soluções e reunir consensos.

No essencial, estamos perante um dilema. Se continuamos a lançar para a atmosfera gases com efeito de estufa a sua temperatura média vai aumentar, e as consequências, possivelmente irreversíveis, daí decorrentes – extinção de espécies, subida do nível dos oceanos, ocorrência de fenómenos climáticos extremos, escassez de água potável, prejuízos na agricultura, deslocações de populações – terão fortes impactos na economia. Mas, se deixarmos de fazer essas emissões vamos pôr em causa o crescimento, e com isso agravar o desemprego, criando condições para o ressurgimento de uma nova e severa crise económica que todos querem evitar.

As alterações climáticas provocadas pela atividade humana são, já hoje, um fenómeno de indiscutível evidência. Elas surgem como consequência direta ou indireta do uso dos combustíveis fósseis, que se iniciou com a Revolução Industrial no início do século XIX e se acelerou durante o século XX, sobretudo, após o final da Segunda Guerra Mundial. Energia, economia e alterações climáticas estão correlacionadas. Existe a convicção amplamente difundida de que a mitigação do aquecimento global estará na adoção generalizada de formas não poluentes de produção de energia. Isso tem vindo a ser feito com recurso à energia nuclear, à energia hídrica, à energia eólica e à energia solar. Estas duas últimas formas têm vindo a ganhar importância na geração de energia elétrica, e são promissoras. Mas, elas ainda não fizeram infletir, a nível mundial, a tendência sempre crescente do aumento do consumo da energia fóssil. É certo que nos países da OCDE já se verifica a estagnação ou até a uma diminuição desse consumo. Porém, isso está a ser conseguido por virtude de uma desaceleração do crescimento económico, e pela deslocalização de muitas indústrias poluentes para fora daquele espaço geográfico.

Sinceramente, não vejo saída para o dilema. A consciência da gravidade do problema já é importante, mas, só por si, isso não chega. Não será a consciência das alterações climáticas que reduzirá o consumo de combustíveis fósseis; mas, sim, a sua escassez. Grandes zonas do planeta – nomeadamente a Índia, a China e o Paquistão – estão longe de atingir os consumos energéticos per capita dos países ocidentais. O petróleo, pela sua importância na mobilidade será o mais sensível. Quando a China atingir a capitação no consumo de petróleo da Coreia do Sul ou do Japão, será necessário extrair, a nível mundial, mais 30% de crude para responder ao excesso de procura.

Em 1997, os objetivos de Kyoto em reduzir as emissões de CO2 falharam. Em 2009, a conferência de Copenhaga ficou longe dos seus propósitos. Em 2015, os delegados à Conferência de Paris pretendem limitar a 2º Celsius o aumento médio da temperatura global até 2100. O sucesso desta Conferência só será avaliado daqui a algumas dezenas de anos. Possivelmente, tarde demais.

Luís Queirós

Direção da ART

Lisboa – Fátima 90Km pelos trilhos da peregrinação

O grupo de Cicloturismo da ART vai promover um passeio Lisboa Fátima no próximo dia 10 e 11 de Outubro.  Chamamos a atenção para a data limite das inscrições, que é a 5 de Outubro.

Programa

ART Lisboa fatima

Conferência sobre Arte Outsider

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No próximo sábado, dia 4 de Julho, tem uma excelente alternativa aos quase 40º á sombra. Para isso basta prescindir da praia onde não tem espaço para estender a toalha e optar por assistir no Auditório da Biblioteca Orlando, com início às 14H30, à conferência sobre Arte Outsider, onde será também estreado um filme sobre a obra de Jorge Soares.

programa da conferência

Baile Escocês

Num baile escocês tipo CEILIDH (“QUÊ-li”), toda a gente dança, não só os dançarinos natos! E nos nossos bailes, não há razão para ficar de fora porque ensinamos todas as danças TIM-TIM por TIM-TIM num português só com um ligeiro sotaque britânico…. Portanto, no domingo dia 28 de Junho – data do nosso próximo ceilidh –  venham e tragam os vossos amigos e familiares ( os dançarinos natos *e* os pés de chumbo) e preparem-se para se divertir à grande… e à escocesa!

cartaz novo CEILIDH 28 de JUNHO 2015 - 1 page

AUDIÇÃO DE GUITARRA

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Vai decorrer amanhã, 16 de Junho, às 21H no Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro uma audição de guitarra dos alunos do prof. Bernardo Lopes.

A entrada é livre. Compareça.

relações interinstitucionais – um pouco da história da ART

Os computadores são uma caixinha de surpresas e um mundo a explorar. Ontem á noite, numa dessas incursões por esse “mundo” desconhecido, descobri no Google docs um texto anónimo de uma residente que integrou  direções da ART, texto que ajuda a escrever a história da associação, mas por ser anónimo  transcrevo mesmo sem obter a  anuência da autora .

Colaboração em 2 mandatos na Direcção da ART.

Tanto quanto me lembro fiz parte da Direcção da ART cumprindo dois mandatos de 1992 a 1995 e depois fiquei como vogal, como propúnhamos a quem saía, de modo a não se perder a experiência e o colaborador e assim assegurar uma maior continuidade na acção, o que acho que resultou plenamente.
A minha colaboração anterior com os “Fundadores da ART” já tinha sido centrada na criação e funcionamento de actividades culturais e recreativas para crianças e adultos – coro de adultos e das crianças, flauta, guitarra, ioga, e foi isso que continuei com mais empenho, colaborando também no desenvovimento de relações interinstitucionais com o Centro Comunitário de Telheiras(CCT), Escolas, Centro Cultural de Telheiras, Paróquia, Epul, Paralisia Cerebral, por exemplo, na utilização de instalações cedidas (CCT), organização ou colaboração em eventos como as festas de Natal, concertos de Natal e Páscoa do Coro, Arraiais de S.João. Nas Direcções em que participei foi preparado o projecto da Sede da ART com projecto dos Arqtos Henrique Gomes e a então estagiària Isabel Marques. A obra foi lançada já no mandato da Ana Contumélias A continuidade garantida torna difícil na memória delimitar quem fez exactamente o quê.
Resumido diria que numa linha de continuidade se investiu na consolidação da relação com os sócios – actividades, informação, cobrança de quotas, preparação do projecto e obra da Sede, desenvolvimento de relações interinstitucionais dentro do bairro, com câmara e Epul. Seria oportuno , justo e útil ouvir o Dr. Manuel Figueiredo sobre o passado e futuro da ART: a meu ver ele foi um elemento fundamental na continuidade da acção da ART: sem nunca ter sido Presidente, foi quem sempre esteve presente como Tesoureiro como gestor dos nossos escassos recursos e como organizador, numa acção muito empenhada, consistente, persistente e discreta, que me transmitiu muita confiança, e julgo que a todos que trabalharam com ele.
Para o Futuro da ART, com parte de nós a chegar à reforma e a experimentar limitações na saúde e mobilidade, considero prioritária a criação em Telheiras de Residências Assistidas que permita a permanência no nosso convívio e em condições dignas daqueles para quem, viver e conviver em Telheiras foi e continua a ser uma escolha e uma prioridade. Era interessante conhecer hoje a evolução da população de Telheiras…muitas famílias monoparentais de mulheres divorciadas, como a minha, criados os filhos ficaram reduzidas a mulheres que hoje, vivem sós. Fiquei muito feliz por a nossa Presidente tem também este sonho!

UM CHEIRINHO A MANJERICO”

O COROART VAI CANTAR COM “UM CHEIRINHO A MANJERICO”
PÁTIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ORLANDO RIBEIRO
Sexta-Feira, 5 de Junho, às 21 horas
 ENTRADA LIVRE
coro arte
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