Conferência sobre Arte Outsider

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No próximo sábado, dia 4 de Julho, tem uma excelente alternativa aos quase 40º á sombra. Para isso basta prescindir da praia onde não tem espaço para estender a toalha e optar por assistir no Auditório da Biblioteca Orlando, com início às 14H30, à conferência sobre Arte Outsider, onde será também estreado um filme sobre a obra de Jorge Soares.

programa da conferência

Baile Escocês

Num baile escocês tipo CEILIDH (“QUÊ-li”), toda a gente dança, não só os dançarinos natos! E nos nossos bailes, não há razão para ficar de fora porque ensinamos todas as danças TIM-TIM por TIM-TIM num português só com um ligeiro sotaque britânico…. Portanto, no domingo dia 28 de Junho – data do nosso próximo ceilidh –  venham e tragam os vossos amigos e familiares ( os dançarinos natos *e* os pés de chumbo) e preparem-se para se divertir à grande… e à escocesa!

cartaz novo CEILIDH 28 de JUNHO 2015 - 1 page

AUDIÇÃO DE GUITARRA

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Vai decorrer amanhã, 16 de Junho, às 21H no Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro uma audição de guitarra dos alunos do prof. Bernardo Lopes.

A entrada é livre. Compareça.

relações interinstitucionais – um pouco da história da ART

Os computadores são uma caixinha de surpresas e um mundo a explorar. Ontem á noite, numa dessas incursões por esse “mundo” desconhecido, descobri no Google docs um texto anónimo de uma residente que integrou  direções da ART, texto que ajuda a escrever a história da associação, mas por ser anónimo  transcrevo mesmo sem obter a  anuência da autora .

Colaboração em 2 mandatos na Direcção da ART.

Tanto quanto me lembro fiz parte da Direcção da ART cumprindo dois mandatos de 1992 a 1995 e depois fiquei como vogal, como propúnhamos a quem saía, de modo a não se perder a experiência e o colaborador e assim assegurar uma maior continuidade na acção, o que acho que resultou plenamente.
A minha colaboração anterior com os “Fundadores da ART” já tinha sido centrada na criação e funcionamento de actividades culturais e recreativas para crianças e adultos – coro de adultos e das crianças, flauta, guitarra, ioga, e foi isso que continuei com mais empenho, colaborando também no desenvovimento de relações interinstitucionais com o Centro Comunitário de Telheiras(CCT), Escolas, Centro Cultural de Telheiras, Paróquia, Epul, Paralisia Cerebral, por exemplo, na utilização de instalações cedidas (CCT), organização ou colaboração em eventos como as festas de Natal, concertos de Natal e Páscoa do Coro, Arraiais de S.João. Nas Direcções em que participei foi preparado o projecto da Sede da ART com projecto dos Arqtos Henrique Gomes e a então estagiària Isabel Marques. A obra foi lançada já no mandato da Ana Contumélias A continuidade garantida torna difícil na memória delimitar quem fez exactamente o quê.
Resumido diria que numa linha de continuidade se investiu na consolidação da relação com os sócios – actividades, informação, cobrança de quotas, preparação do projecto e obra da Sede, desenvolvimento de relações interinstitucionais dentro do bairro, com câmara e Epul. Seria oportuno , justo e útil ouvir o Dr. Manuel Figueiredo sobre o passado e futuro da ART: a meu ver ele foi um elemento fundamental na continuidade da acção da ART: sem nunca ter sido Presidente, foi quem sempre esteve presente como Tesoureiro como gestor dos nossos escassos recursos e como organizador, numa acção muito empenhada, consistente, persistente e discreta, que me transmitiu muita confiança, e julgo que a todos que trabalharam com ele.
Para o Futuro da ART, com parte de nós a chegar à reforma e a experimentar limitações na saúde e mobilidade, considero prioritária a criação em Telheiras de Residências Assistidas que permita a permanência no nosso convívio e em condições dignas daqueles para quem, viver e conviver em Telheiras foi e continua a ser uma escolha e uma prioridade. Era interessante conhecer hoje a evolução da população de Telheiras…muitas famílias monoparentais de mulheres divorciadas, como a minha, criados os filhos ficaram reduzidas a mulheres que hoje, vivem sós. Fiquei muito feliz por a nossa Presidente tem também este sonho!

UM CHEIRINHO A MANJERICO”

O COROART VAI CANTAR COM “UM CHEIRINHO A MANJERICO”
PÁTIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ORLANDO RIBEIRO
Sexta-Feira, 5 de Junho, às 21 horas
 ENTRADA LIVRE
coro arte

Uma Praça em Cada Bairro

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No dia 4 de junho, pelas 19h30, no ISEC – Campus do Lumiar. esteja presente na apresentação dos resultados da Discussão Pública realizada no âmbito do projeto “Uma Praça em Cada Bairro”.

Um convite da Junta de Freguesia do Lumiar

ENCENAÇÃO & REVELAÇÃO III,

Encenação e Revelação III. Galeria de Arte AFK

Está convidado(a) a comparecer na inauguração da Exposição de Fotografia ENCENAÇÃO & REVELAÇÃO III, na Galeria de Arte AFK, (Rua Professor Fernando da Fonseca 21A, 1600-616 Lisboa) no dia 22 Maio pelas 21h

FUTEBOL: DE VENTO EM POPA

6-2

Gosta de Futebol?

A equipa de futebol da ART vai de “vento em popa”. Passaram às meias-finais da Taça. (6×2)

No campeonato, está na fase final, jogada a 3 equipas, que é a fase de apuramento do campeão.

E tudo isto com um banco de suplentes que quando existe, é muito reduzido.

De que está à espera? Assista ao próximo jogo

HERBERTOI HELDER e a Bicicleta

Morreu na segunda-feira o grande mago da poesia portuguesa actual. Herberto Helder tinha 84 anos e um dos poemas que publicou foi:

 BICICLETA

 Lá vai a bicicleta do poeta em direcção
ao símbolo, por um dia de verão
exemplar. De pulmões às costas e bico
no ar, o poeta pernalta dá à pata
nos pedais. Uma grande memória, os sinais
dos dias sobrenaturais e a história
secreta da bicicleta. O símbolo é simples.
Os êmbolos do coração ao ritmo dos pedais —
lá vai o poeta em direcção aos seus
sinais. Dá à pata
como os outros animais.

O sol é branco, as flores legítimas, o amor
confuso. A vida é para sempre tenebrosa.
Entre as rimas e o suor, aparece e des
aparece uma rosa. No dia de verão,
violenta, a fantasia esquece. Entre
o nascimento e a morte, o movimento da rosa floresce
sabiamente. E a bicicleta ultrapassa
o milagre. O poeta aperta o volante e derrapa
no instante da graça.

De pulmões às costas, a vida é para sempre
tenebrosa. A pata do poeta
mal ousa agora pedalar. No meio do ar
distrai-se a flor perdida. A vida é curta.
Puta de vida subdesenvolvida.
O bico do poeta corre os pontos cardeais.
O sol é branco, o campo plano, a morte
certa. Não há sombra de sinais.
E o poeta dá à pata como os outros animais.

Se a noite cai agora sobre a rosa passada,
e o dia de verão se recolhe
ao seu nada, e a única direcção é a própria noite
achada? De pulmões às costas, a vida
é tenebrosa. Morte é transfiguração,
pela imagem de uma rosa. E o poeta pernalta
de rosa interior dá à pata nos pedais
da confusão do amor.
Pela noite secreta dos caminhos iguais,
o poeta dá à pata como os outros animais.

Se o sul é para trás e o norte é para o lado,
é para sempre a morte.
Agarrado ao volante e pulmões às costas
como um pneu furado,
o poeta pedala o coração transfigurado.
Na memória mais antiga a direcção da morte
é a mesma do amor. E o poeta,
afinal mais mortal do que os outros animais,
dá à pata nos pedais para um verão interior.

de Cinco Canções Lunares

 

Espinho – Figueira da Foz em Bicicleta

Procura uma rotina diferente para um fim-de-semana? Fisicamente sente-se bem? Gosta do contato com a natureza ? Tem bicicleta ? O Grupo de Cicloturismo da ART tem uma proposta para si, para o fim-de semana de 9 de 10 de Maio. Mas tem que se decidir rápido, porque o limite de inscrições é apenas de 10.
Mais informações encontra no cartaz anexo.cartazA4 (1)

Para se inscrever preencha o folheto de inscrição e envie para a ART.inscrição A4

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